sábado, 6 de agosto de 2011

Terceira Via: venha para a rede assembleiana



Faça parte da rede assembleiana em favor da Terceira Via

O interesse pelas propostas da Terceira Via na CGADB supera as expectativas. É possível perceber bastante predisposição, não só em diversos comentários publicados no blog, mas também em conversas com pastores, por telefone, e através dos emails dos mais diferentes lugares que chegam à minha caixa eletrônica. Até de maneira indireta alguns episódios recentes sugerem a viabilidade da proposta, como foi o caso de duas eleições “fora da caixa", em estados bem distantes um do outro, sem qualquer interconexão, em que os candidatos institucionais não lograram vencer.

Pr. João Ceno Ohwiler
Em Santa Catarina, o pastor Arcelino Melo, que presidia a Convenção do Estado por alguns mandatos, foi surpreendido pela vitória de seu concorrente, pastor João Ceno Ohweiler. Não custa lembrar: o candidato que buscava a reeleição é 2° Secretário da Mesa Diretora da CGADB, o que, em certo sentido, poderia ser considerado vantagem na campanha eleitoral. Mas as urnas disseram o contrário.

Em Campina Grande, PB, com a morte do pastor Francisco Pacheco, assumiu a presidência, tanto da igreja como da Convenção, em caráter interino, o pastor Emídio Barbosa de Brito, então  vice-presidente, que vem a ser filho do pastor chamado à glória. Aqui, outra vez, seguida a lógica, era de se esperar que fosse eleito. No entanto, quem venceu as eleições realizadas no dia 10 de julho, com 70,3% dos votos foi o pastor Daniel Nunes da Silva, outra surpresa para quem acha difícil romper o status quo.

Pr. Daniel Nunes da Silva
Embora sejam situações isoladas, e não haja qualquer vínculo, direto ou indireto, com a proposta da Terceira Via, mostram sem nenhuma dúvida o desejo generalizado dos pastores em busca de novas soluções convencionais, com imenso potencial de chegar até a CGADB. Ou seja, é amplo o horizonte. Todavia, o grande questionamento que temos discutido, inclusive com alguns presidentes de Convenção – e que aparecem também, aqui, em alguns comentários – é sobre que caminho percorrer para consolidar a proposta e torná-la viável sem assimilar os mesmos vícios que estamos combatendo. 

Não é demais repetir: creio na soberania Deus. O que ele fizer, sempre será bem feito, apesar de nos sentirmos, aqui e ali, aparentemente não contemplados por sua vontade. Só o tempo nos ajuda a entender que não fomos esquecidos por suas dadivosas mãos. Mas temos de convir que Deus trabalha também através de seus instrumentos. Quem sabe não foi para esta hora que permitiu surgir a ideia, com o propósito de reconstruir os nossos muros já quase destruídos? Desafios há em tudo quanto se faz. Neemias não reconstruiu Jerusalém sentado em tapete persa e tocando flauta. O seu maior desafio foram os opositores. Eles queriam que tudo ficasse como estava. Os seus interesses estavam em jogo. 

Mas eis a grande questão: como chegar lá? 

Em primeiro lugar, sem nos esquecermos de que já há muita gente orando nesse sentido, este é o momento de conclamarmos ainda mais o povo à oração, através da qual sintonizamos a nossa vontade à de Deus e aprendemos a lhe pedir o que convém. No caso da Terceira Via, que nenhum dos nossos passos seja dado sem a sua direção e este movimento não seja simples quimera, mas o resultado de algo plantado por Deus em nossos corações. 

Em segundo lugar, a melhor maneira de se propagar uma ideia é formar uma rede de pessoas, que se encarregam de compartilhá-la com outras e expandir passo a passo o círculo com aqueles que, de igual modo, passarão a ideia adiante. É um processo continuado e crescente para o qual lhe convidamos a participar. Não podemos prescindir disso. Temos de contar com essa rede poderosa de irmãos assembleianos, em todo o Brasil, inclusive os pastores que por aqui passam, para contagiar os seus pares com a mensagem da Terceira Via. É como uma pedra jogada no rio. Ela forma círculos concêntricos que se ampliam até se espalhar pelas águas.

Em terceiro lugar, além dos presidentes de convenções estaduais com os quais já conversamos, a proposta da Terceira Via será levada a outros presidentes e líderes regionais através de novas conversas e de documentos que explicitem tudo o que temos discutido no blog e em outros fóruns. Enquanto a proposta se espalha entre os pastores e irmãos por meio da imensa rede assembleiana, a liderança terá também a oportunidade de orar e pensar sobre o assunto para tomar a sua decisão. 

Em quarto lugar, a Terceira Via acredita que as convenções estaduais precisam criar o mais cedo possível um fundo financeiro para levar os seus associados à Assembleia Geral Ordinária da CGADB em abril de 2013. É fundamental essa decisão. Ela evitará que as convenções se tornem reféns de qualquer candidato que ofereça ajuda de transporte e hospedadem, bem como o pagamento de anuidades atrasadas na CGADB, o que fere não só o princípio de isonomia, mas sobretudo as normas estatutárias estabelecidas para a eleição, prevendo, inclusive, punição para esse tipo de conduta. 

Em quinto lugar, a Terceira Via não usará os métodos seculares "pouco ortodoxos", que teriam sido adotados nas eleições anteriores, o que não quer dizer passividade. Com isso, terá força moral para acompanhar e fiscalizar, passo a passo, os comportamentos eleitorais de cada candidato e denunciar nos fóruns competentes todo e qualquer abuso que se verificar na busca de votos, trazendo, inclusive, ao conhecimento público. Podemos e devemos, como cristãos, fazer uma eleição limpa, salutar e exemplar, que, ao final, todos possam dizer: crescemos em maturidade e alcançamos a benevolência do Senhor.

Em sexto lugar, definida a consistência e viabilidade da proposta, após vericar-se que foi, de fato, abraçada pelos pastores em todo o Brasil, os quais terão liberdade de nos encaminhar as suas sugestões, a Terceira Via pretende reunir-se, em hora oportuna, agora já como  movimento, para definir o nome que encarnará, com bom espírito, as suas propostas  e disposição redobrada para levá-las adiante, sem sair dos trilhos, vindo a ser eleito em 2013.

Em sétimo lugar, a Terceira Via, coerente com a proposta que defende, terá custos bem modestos. Mesmo assim,  com a finalidade de dar total transparência aos seus atos, apresentará, juntamente com o registro da candidatura, uma planilha com a previsão de custos, onde e como os recursos serão aplicados e as fontes de custeio. As outras candidaturas não poderiam adotar o mesmo gesto?


Estamos abertos para ouvir. Você pode publicar, aqui, o seu comentário com críticas e sugestões desde que se identifique e prime sempre por uma linguagem sadia. Se preferir, envie-nos por email para o endereço eletrônico que disponibilizamos somente para este fim: gerecouto@gmail.com 


Faça parte da imensa rede assembleiana em favor da Terceira Via na CGADB.


PS Sintam-se à vontade para reproduzir a postagem (como também as outras sobre a Terceira Via) em seus blogs. Isso ampliará a força da multiplicação. Se tiverem acesso aos seus pastores, ofereça-lhes cópias para que se inteirem da proposta, caso ainda não saibam.


FONTE: http://geremiasdocouto.blogspot.com/

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