quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Apascentando Ovelhas ou Entretendo Bodes?



Pr. Charles Haddon Spurgeon

Tradução: Walter Andrade Campelo
Um mal está no declarado campo do Senhor, tão grosseiro em seu descaramento, que até o mais míope dificilmente deixaria de notá-lo durante os últimos anos. Ele se tem desenvolvido em um ritmo anormal, mesmo para o mal. Ele tem agido como fermento até que toda a massa levede. O demônio raramente fez algo tão engenhoso quanto sugerir à Igreja que parte de sua missão é prover entretenimento para as pessoas, com vistas a ganhá-las.
Da pregação em alta voz, como faziam os Puritanos, a Igreja gradualmente baixou o tom de seu testemunho, e então tolerou e desculpou as frivolidades da época. Em seguida ela as tolerou dentro de suas fronteiras. Agora as adotou sob o argumento de atingir as massas.
Meu primeiro argumento é que prover entretenimento para as pessoas não está dito em parte nenhuma das Escrituras como sendo uma função da Igreja. Se este é um trabalho Cristão, porque Cristo não falou dele? "Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura." (Marcos 16:15). Isto está suficientemente claro. Assim teria sido se Ele tivesse adicionado "e proporcionem divertimento para aqueles que não tem prazer no evangelho." Nenhuma destas palavras, contudo, são encontradas. Não parecem ter-lhe ocorrido.
Então novamente, "E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores... para a obra do ministério" (Efésios 4:11-12). Onde entram os animadores? O Espírito Santo silencia no que diz respeito a eles. Foram os profetas perseguidos porque divertiram o povo ou porque o rejeitaram? Em concerto musical não há lista de mártires.
Além disto, prover divertimento está em direto antagonismo com o ensino e a vida de Cristo e de todos os seus apóstolos. Qual foi a atitude da Igreja quanto ao mundo? "Vós sois o sal" (Mateus 5:13), não o doce açucarado - algo que o mundo irá cuspir e não engolir. Curta e severa foi a expressão: "deixa os mortos sepultar os seus mortos." (Mateus 8:22) Ele foi de uma tremenda seriedade.
Se Cristo introduzisse mais brilho e elementos agradáveis em Sua missão, ele teria sido mais popular quando O abandonaram por causa da natureza inquiridora de Seus ensinos. Eu não O ouvi dizer: "Corra atrás destas pessoas, Pedro, e diga-lhes que nós teremos um estilo diferente de culto amanhã, um pouco mais curto e atraente, com pouca pregação. Nós teremos uma noite agradável para as pessoas. Diga-lhes que certamente se agradarão. Seja rápido Pedro, nós devemos ganhar estas pessoas de qualquer forma." Jesus se compadeceu dos pecadores, suspirou e chorou por eles, mas nunca procurou entretê-los.
Em vão serão examinadas as Epístolas para se encontrar qualquer traço deste evangelho de entretenimento! A mensagem delas é: "Saia, afaste-se, mantenha-se afastado!" É patente a ausência de qualquer coisa que se aproxime de uma brincadeira. Eles tinham ilimitada confiança no evangelho e não empregavam outra arma.
Após Pedro e João terem sido presos por pregar o evangelho, a Igreja teve uma reunião de oração, mas eles não oraram: "Senhor conceda aos teus servos que através de um uso inteligente e perspicaz de inocente recreação possamos mostrar a estas pessoas quão felizes nós somos." Se não cessaram de pregar a Cristo, não tiveram tempo para arranjar entretenimentos. Dispersos pela perseguição, foram por todos lugares pregando o evangelho. Eles colocaram o mundo de cabeça para baixo (Atos 17:6). Esta é a única diferença! Senhor, limpe a Igreja de toda podridão e refugo que o diabo lhe tem imposto, e traga-nos de volta aos métodos apostólicos.
Finalmente, a missão de entretenimento falha em realizar os fins desejados. Ela produz destruição entre os novos convertidos. Permita que os negligentes e escarnecedores, que agradecem a Deus pela Igreja os terem encontrado no meio do caminho, falem e testifiquem. Permita que os oprimidos que encontraram paz através de um concerto musical não silenciem! Permita que o bêbado para quem o entretenimento dramático foi um elo no processo de conversão, se levante! Ninguém irá responder. A missão de entretenimento não produz convertidos. A necessidade imediata para o ministério dos dias de hoje é crer na sabedoria combinada à verdadeira espiritualidade, uma brotando da outra como os frutos da raiz. A necessidade é de doutrina bíblica, de tal forma entendida e sentida, que coloque os homens em fogo.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

O QUE FAZER?



Por Luciano Betim

Faça todo o possível para conseguir a completa aprovação de Deus, como um trabalhador que não se envergonha do seu trabalho, mas ensina corretamente a verdade do evangelho.” 2 Timóteo 2.15 (NTLH)

Em tempos que a busca pela otimização de tudo o que se realiza tornou-se como que obsessão é digno de reflexão o fato de que no arraial cristão certo comodismo tem arrebatado aqueles que deveriam ser os maiores interessados na busca pelo crescimento e amadurecimento pessoal e coletivo da comunidade cristã.

Enquanto que em agências, empresas, indústrias, etc. as exigências para ocupantes em potencial de cargos e funções tem sido extremamente observadas e valorizadas, encontramos certo descaso quanto à liderança da Igreja local. Com exceção da observância rigorosa quanto à assiduidade dos dízimos, praticamente nada se observa em relação a questão vocacional, atributos hora indispensáveis e o zelo demonstrado quanto a qualificação por meio da freqüência nas Escola Bíblica Dominical, trabalhos de Ensino da Palavra de Deus e afins.

O que se observa é que enquanto se multiplicam o número de indicados e escolhidos, é gritante a constatação da qualidade negligenciada com relação aos mesmos. Onde isto vai culminar?  O argumento usado ano após ano para justificar as indicações e escolhas já retrata isto, dizem alguns: “é questão de necessidade”... Uma necessidade ao que tudo indica nunca será suprida, pois a quantidade nem sempre é a solução.

O que se tem feito para mudar este cenário? Penso que muito pouco, pois a prioridade não é a qualidade, mas a posição, tanto para uns quanto para outros. E quando falo de qualidade, não me refiro apenas da questão intelectual ou teórica, mas principalmente relacional e prática.

Vamos observar nossos Cultos, com algumas exceções se não houver um estímulo estelar nos púlpitos a freqüência é lamentável. Nossas classes de EBD, Cultos de Ensino da Palavra de Deus,  reuniões de oração, Cursos Teológicos, etc. quanto ao estímulo, realização e participação são preocupantes. Quais as justificativas para tal? Sem convencimento nenhum, sempre as mesmas: “não vou por causa do professor, não tenho condições financeira para, não é minha área, preciso descansar neste dia...”, e por aí vai, vai de mal a pior!

Necessitamos de um despertamento urgente, a começar pelas lideranças a que venha alcançar também os liderados. Enquanto temos tempo e o Nosso Senhor Jesus não retorna, ainda que já esteja abreviado, “Cresçam, porém, na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, agora e para sempre! Amém.” 2 Pedro 3.18

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

ANSIEDADE E OBSESSÃO NA BUSCA DE ESPAÇO, RECONHECIMENTO E SUCESSO POR PARTE DE PREGADORES-PRELETORES




A busca por aprovação e sucesso se tornou uma obsessão na vida de parte da nova geração de pregadores-preletores no Brasil.

Não foi uma, nem duas vezes, ao me encontrar em escolas bíblicas, conferências, etc., que o pregador-preletor me perguntou algo do tipo: “pastor, como fui?”, “o senhor acha que os irmãos gostaram?”, “com este nível de mensagem eu pregaria em Abreu e Lima-PE?”, “pastor, me sai bem?”.

Outro sintoma desse desejo pelo brilho é a confusão que alguns preletores fazem nos eventos onde dividem espaço com outros. Alguns amigos meus que presidem igrejas me compartilharam algumas situações por eles vivenciadas.

Há o caso do preletor que fez uma grande confusão, pois achava que no horário em que pregaria não teria um “público” muito grande para escutá-lo. O pastor presidente, para evitar maiores transtornos no trabalho, resolveu a questão ao conseguir negociar com o outro preletor a mudança dos horários.

Há também os que se incomodam quando seus nomes e fotos não aparecem nos primeiros lugares, ou em destaque nos cartazes e faixas das festividades.

Para demonstrar seu alto nível como pregador-preletor, alguns gastam muito tempo listando os países e cidades onde já ministraram. Já testemunhei casos em que o pregador-preletor chega ao ponto de dizer quantas decisões, curas, libertações e batismos com o Espírito Santo já foram realizados por intermédio do seu ministério.

Recebi certa vez a ligação de um pregador-preletor que buscava informações sobre a igreja em que iria pregar, pois sabia que eu já tinha ministrado lá. A pergunta dele era para saber se os irmãos eram “avivados” ou “comedidos”. Questionei a razão de sua pergunta, e ele me falou que era para adequar a sua mensagem ao seu “público”.

Há um grupo que pergunta sempre sobre quais assuntos podem pregar "naquela igreja", pois não desejam falar de coisas que promovam algum desconforto em seus ouvintes, querendo com isso garantir o convite para retornar.

Para agravar a situação, alguns púlpitos no Brasil estão ganhando status de “o sonho de todo pregador”. Dessa forma já se escuta algo do tipo: “Meu amigo, se você pregar lá e ‘for bem’, nunca mais vai te faltar agenda”.

Na busca por espaço, visibilidade e sucesso já foram criadas as cooperativas de pregadores-preletores, onde os mesmos se indicam mutuamente, e em alguns casos os participantes rateiam entre si os ganhos com as agendas.

A prudência no uso das redes sociais, blogs, portais, sites e outras ferramentas midiáticas deve ser buscada. Nesses espaços o pregador-preletor pode publicar seus estudos e artigos, conversar com os irmãos, divulgar seus compromissos, publicações e demais trabalhos, mas sempre evitando passar uma imagem de si mesmo de “produto de consumo”.

Minha preocupação se volta mais uma vez para as novas gerações de jovens pregadores-preletores, que acabam seduzidas e embriagadas por essas ideias e posturas. Para os tais, recomendo que se voltem ou permaneçam firmados na Palavra, e que esperem e busquem em Deus a direção para os seus ministérios.

O Deus que vocaciona é o mesmo que comissiona.

O Deus que promete é o mesmo que realiza.

As ações que norteiam o crescimento de um ministério saudável e frutífero, que em tudo exalta e glorifica a Deus, encontram os seus fundamentos inabaláveis e inegociáveis nas Escrituras Sagradas.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

O fascismo do Conselho Federal de Psicologia


Dr. Leonardo Bruno
Curiosa participação do Conselho Federal de Psicologia no caso da psicóloga e ativista homossexual Tatiana Lionço. A tal entidade publicou, em nota lida no Senado, no dia 29 de agosto de 2012, uma manifestação de desagravo e apoio à psicóloga, que “foi desrespeitada em suas prerrogativas profissionais ao ter suas manifestações no Seminário ‘Diversidade se aprende na Infância’, organizado pelas Comissões de Direitos Humanos e Minorias e Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, posteriormente editadas à sua revelia em vídeos ‘Deus salve as crianças’”.
E a nota continua: “Conforme pode ser observado no video completo, a psicóloga Tatiana Lionço, em seu pronunciamento no mencionado Seminário ocorrido em 15 de maio último, destacou de modo geral a necessidade de atribuir o status de sujeito de direitos a crianças e adolescentes, conferindo-lhes o direito à dignidade e ao livre desenvolvimento da personalidade. Desta forma, suas contribuições foram na direção da superação de preconceitos e discriminações, bem como da violação de direitos humanos, conforme preconizam a Constituição Federal, O Estatuto da Criança e do Adolescente, o Código de Ética Profissional do Psicólogo e também a Resolução CFP 001/1999, que estabelece normas de atuação em relação à questão da orientação sexual. Assim, por considerar nefasto o ato de agravo de utilizar o discurso da psicóloga na tentativa de disseminação de preconceito e discriminação, o CFP vem por meio desta nota repudiar veementemente tal situação ao tempo que manifesta sua solidariedade à psicóloga que, por meio de sua fala, reafirma o compromisso da Psicologia na garantia e defesa dos Direitos Humanos”.
O Conselho Regional de Psicologia de São Paulo também entrou com uma nota de apoio à psicóloga, com a seguinte publicação: “O Conselho Regional de Psicologia de São Paulo e o Conselho Federal de Psicologia vem publicamente manifestar seu repúdio a situações em que agentes do poder público, buscando justificar posturas discriminatórias e argumentos contra políticas públicas que respeitem a diversidade sexual, utilizam-se de pronunciamentos de pesquisadores (as) e militantes na área das sexualidades e dos gêneros, distorcendo seus conteúdos. Agravam-se estas situações, considerando que tais figuras públicas pronunciam-se a partir de suas crenças religiosas e, portanto, de caráter privado, desrespeitando assim o princípio da laicidade do Estado brasileiro”.
Quanto cinismo! Quanta hipocrisia e mentira em palavras tão empoladas e vazias! O que significa “atribuir o status de sujeito de direitos a crianças e adolescentes, conferindo-lhes o direito à dignidade e ao livre desenvolvimento da personalidade”? É simplesmente atribuir-lhes direitos sexuais, “brincadeiras sexuais”, autonomia sexual das crianças, fora do âmbito da educação e orientação dos pais. O“livre desenvolvimento da personalidade” nada mais é do que a escravidão da personalidade da criança à engenharia social do movimento homossexual, doutrinando, manipulando, induzindo os desejos e sentimentos dos menores nas escolas. Na verdade, o Conselho Fascista de Psicologia está plenamente de acordo com toda a agenda politicamente correta LGBT.
Mas não se limita apenas a isso. É mais cínico e hipócrita ainda o dito conselho afirmar que o discurso de Tatiana Lionço fora objeto de“tentativa de disseminação  de preconceito e discriminação”. Será que os fascistas gays do CFP se esqueceram do caso da psicóloga Marisa Lobo, que está sofrendo uma dura perseguição da mesma instituição, só porque se declarou publicamente uma “psicóloga cristã”?
Para quem não sabe, é preciso recordar: Marisa Lobo está sofrendo um processo administrativo pelo Conselho Federal de Psicologia, pelo único crime de se declarar em blogs, páginas de internet e sites, como evangélica e cristã. Ela está sendo acusada falsamente de ter criado uma nova modalidade de “psicologia” e de “influenciar”, fazer proselitismo religioso sobre os pacientes. Inclusive, foi falsamente acusada por alguns militantes LGBT de pregar a “cura gay”. O processo do Conselho foi tão abusivo, que a obrigou, dentro de um prazo de 15 dias, que ela retirasse qualquer menção sobre religião cristã em seus sites e blogs, sob pena de cassação do seu registro profissional. Quando a psicóloga foi interrogada, sofreu um verdadeiro processo inquisitorial, dentro dos piores métodos stalinistas. Os seus julgadores determinaram: você não tem o direito de se dizer cristã e psicóloga ao mesmo tempo, porque fere o código de ética, guarde sua fé para você; você não pode dizer que Jesus cura, sendo psicóloga; você não pode dar declarações que induza a acreditar que seu Deus cura, como faz em seus sites e blogs; você não tem o direito de dizer que ama o homossexual, mas prefere o filho hetero.
No entanto, o mesmo conselho de psicologia defende uma psicóloga que se autonomeia publicamente na internet uma “puta pública e federal”, participa de encontros com atores pornográficos gays e é ativista homossexual militante, defendendo “brincadeiras sexuais”entre crianças. Falar publicamente de cristianismo não pode, mas induzir ao homossexualismo através da política, das universidades ou de um consultório de psicologia pode?
Recordemos que o Conselho Fascista de Psicologia estava censurando as palavras de Marisa Lobo fora do ambiente de trabalho, cerceando suas atividades públicas e de cidadã, dentro de seus direitos constitucionais, justamente por se posicionar abertamente contra a agenda gay. Alguém duvida que o Conselho Nacional Fascista de Psicologia esteja sendo usado para defender toda a agenda homossexual? Que na verdade, ele mesmo quebra o código de ética que tanto alardeia, e que na prática, são os próprios membros deste conselho é que deveriam ter seus títulos de psicólogos cassados?
Conforme está escrito no art. 2 do Código de Ética do Psicólogo, publicado em 2005, sobre as vedações no exercício da psicologia:
“Induzir a convicções políticas, filosóficas, morais, ideológicas, religiosas, de orientação sexual ou a qualquer tipo de preconceito, quando do exercício de suas funções profissionais;”. 
Na verdade, temos um fato jurídico típico, no mínimo estranho. Um conselho inteiro de psicologia querendo induzir as convicções políticas, filosóficas, morais, ideológicas, religiosas e de orientação sexual da psicóloga Marisa Lobo. Ou melhor, querendo induzir as convicções políticas, filosóficas, morais, ideológicas, religiosas e de orientação sexual de uma categoria inteira de profissionais.
O Conselho Regional também fascista de Psicologia de São Paulo comete um delito, ao afirmar que as opiniões religiosas ferem a “laicidade do Estado”. Ora, isso não é discriminação religiosa? Não se está distinguindo as opiniões que são da maioria do povo brasileiro, já que esta nação se formou dentro dos valores cristãos? O ateísmo é público e a religião é privada? Ao menos, os laicistas precisariam estudar a Constituição: a liberdade religiosa é um direito constitucional, público e válido dentro de qualquer liberdade de expressão e política. Ou melhor, a Carta Magna está lá “sob a proteção de Deus” no seu Preâmbulo.
Na verdade, os militantes gays do Conselho Regional de Psicologia idealizam um Estado ateu, nos moldes comunistas da Coréia do Norte, da Albânia ou da União Soviética. Querem colocar os cristãos como cidadãos de segunda classe, marginalizados na vida política, censurados em suas opiniões morais e religiosas. Não é isso que o Conselho Fascista de Psicologia decretou, quando disse pra psicóloga Marisa Lobo guardar suas convicções cristãs privadamente, sob pena de punição? A perversão intrínseca do movimento homossexual é remodelar, através de um gigantesco trabalho de engenharia social e controle psicológico, toda a moralidade e comportamento sexual da sociedade. Através da manipulação subliminar da consciência das crianças nas escolas, sob o disfarce de uma psicologia científica e “progressista”, vê-se uma estrutura de pensamento totalitária da pior espécie, no sentido de como Stálin ou Hitler entendiam.
Da mesma forma que havia na Alemanha Nazista uma “psicologia nazista”, uma “educação nazista”, uma “imprensa nazista” e uma “ciência nazista”, não é surpreendente que haja uma “psicologia homossexual”, uma “educação homossexual” e uma “ciência homossexual”. A homossexualidade é um elemento de coesão grupal sectária, tal como os nazistas faziam com a raça. Os soviéticos pensavam a mesmíssima coisa com o bolchevismo. Remodelar a realidade conforme uma ideologia gayzista perversa, eis o elemento poderoso de todo o movimento LGBT.
A pregação homossexualista do Conselho Federal de Psicologia é sempre compulsória. Pode-se pregar a “normalização” das práticas homossexuais, para transformar heterossexuais em gays ou inverter a “ordem sexual”, nas palavras de Tatiana Lionço. Mas o inverso não é verdadeiro. Aliás, o movimento gay não reconhece a liberdade sexual que tanto almeja. Na prática, “liberdade” é escravizar a mente das crianças, incapazes de ter senso de proporções quando são induzidas por adultos. “Liberdade” é intimidar através de leis e ameaças de prisão todos aqueles que questionam a agenda gay. São os “homofóbicos”, os “criminosos”, tais como os indivíduos “racialmente inferiores” da Alemanha Nazista ou os “inimigos do povo” na época de Stálin. O fascismo gay ataca novamente. E o Conselho Fascista de Psicologia decreta: Salutto al Duce! 
Divulgação: www.juliosevero.com

Julio Severo entrevista Marisa Lobo, psicóloga cristã ameaçada pelo CFP


Perseguida pelo Conselho Federal de Psicologia, Marisa Lobo dá suas razões para defender sua fé em meio a hostilidades profissionais, legais e sociais.
Marisa Lobo é psicóloga clínica, formada em 1996, pela Universidade Tuiuti do Paraná. Pós-graduada em saúde mental, com curso de extensão em sexualidade humana, dependência química, cursos de entrevista motivacional, psicossomática, psicodiagnóstico, psicoterapia breve, arte terapia, bibliodrama, aconselhamento pastoral e teologia.
Marisa Lobo
Ela estagiou, a convite do governo dos Estados Unidos, no Hospital Mount Sinai, em Nova Iorque, na Divisão Internacional de Atenção Primária à Saúde. Ministra cursos e palestras e possui experiência de mais de 13 anos em clinica e dependência química.
Ela realizou estudos sobre depressão infantil, violência e abuso sexual na infância, depressão, síndrome da adolescência e todos os tipos de compulsão, vícios e suas consequências.
Ela é idealizadora e coordena o curso de Dependência Química: Tratamento, diagnóstico e prevenção — Restituição sem internação.
Livros já publicados:
COMO FAZER DE SEU FILHO UMA CRIANÇA FELIZ, pela editora Arte Editorial, com prefácio do Dr. Silmar Coelho.
POR QUE AS PESSOAS MENTEM, pela editora Arte Editorial, Prefácio do Pr. Jabes de Alencar.
PSICOPATAS DA FÉ pela Editora Fôlego, com prefácio do Senador Magno Malta.
Julio Severo: Por que o Conselho Federal de Psicologia está ameaçando você?
Marisa Lobo: Por me expor na internet como psicóloga cristã, por defender minha fé e principalmente por questionar o kit gay, que para mim não é uma forma de prevenção ao preconceito e sim incentivo às práticas homossexuais. O kit gay é muito expositivo, e pelo que entendo de políticas públicas, não se justifica sua aplicabilidade de forma tão pessoal. O kit gay é dar privilégios e instituir um preconceito ainda maior. Com crianças as coisas devem acontecer ao seu tempo, de forma natural e globalizada. Devemos sim ter kits que falem de preconceito como um todo, do bullying que sofrem os gordinhos, os nerds, os baixinhos, os evangélicos, os homossexuais, os feios, os negros, os cegos, etc. Enfim, se dermos atenção privilegiada apenas a uma categoria, estamos discriminando as outras. Isso não é acabar com preconceito; é apenas uma tática maquiavélica de privilegiar e instituir uma ditadura e uma raça superior, e eu primo pela igualdade.
JS: Se uma pessoa envolvida em homossexualidade lhe pede ajuda para sair desse estilo de vida, o que você faz?
Marisa: Atendo. Meu juramento meu código de ética me diz que tenho que atender, dar ouvidos ao sofrimento psíquico, e se o fato de ser homossexual está causando qualquer tipo de  sofrimento, atendo sim, é minha obrigação, ainda que seja, para reverter sua orientação, condição e ou opção, se assim for de sua vontade absoluta. Nem poderia negar. Estaria ferindo o código de ética, não é mesmo? Mas é evidente que como psicóloga devo respeitar a resolução 01/999. A Organização Mundial de Saúde diz que homossexualidade não é doença, porém ao mesmo tempo não entendo por que tanta pressão da militância gay que tem medo de psicólogos que não negam auxílio. Os militantes gays pervertem e ficam vigiando nossos passos. O que acontece no setting terapêutico deve ser comandado pelo paciente. Acontece que a neurose é tanta que os psicólogos têm medo e são induzidos a deixar claro para o paciente que não é doença, independente de ser ou não. Mas se ele está indo ao consultório é porque está sofrendo. E se, repito, for da vontade dele, tenho que ser um canal, sem impor, como nunca fiz isso. O que falam de mim é mentira e mais uma estratégia de condenação de pessoas que são cristãs.
JS: As ameaças do CFP impedem você de ajudar homossexuais?
Marisa: A decisão da pessoa deve ser respeitada sempre. Devemos ter em mente que a demanda é do paciente sempre. Respeitarmos a sua vontade sem pressão. A reversão pode sim acontecer em muitos casos.  Acontece que o terrorismo do CFP não deixa que os homossexuais acreditem nisso. O CFP vem com aquela conversa de que se a pessoa deseja mudança, é por causa da imposição religiosa, e, como eles não creem de Deus — pois Deus para muitos lá é mito — então sempre vão tratar este assunto com preconceito religioso.  Eu já deixo o meu paciente decidir, se é o que deseja, vamos lá, e no decorrer, ele vai se achando, e até mesmo se assegurando se é isso mesmo o que deseja.
JS: Por que o CFP, que não impede psicólogos espíritas de aplicar técnicas espíritas em suas consultas, estão tão intrometidos no você faz como cristã que se importa com seus clientes?
Marisa: Por quê? Olha, não sei. Agora, é impossível até hoje eles não saberem que existe uma associação brasileira de psicólogos espiritas, ou psicologia budista, ou judaica, ou esotérica, ou parapsicologia, etc. Existe um número grande. É só acessar o Google e comprovar. O Conselho Federal de Psicologia é a autarquia mais persecutória, mais antiética da história. Eles não têm moral para me perseguir. Eles são militantes de ideologias, políticas, de orientação sexual, de ateísmo, e destilam seu ódio e preconceito contra os cristãos, principalmente os evangélicos. Mas a resposta está clara: o Cristianismo fala abertamente sobre homossexualidade. Então, eles querem nos destruir por sermos cristãos. Eles combatem a Bíblia punindo quem a segue, por preconceito religioso. É preciso dar um fim na militância do CFP, que deveria ser investigado pelo ministério publico, pois comete vários crimes, fere suas diretrizes, é hipócrita, antiético, persegue claramente quem se opõe. Por isso, tenho sido perseguida. A guerra é porque questiono esse conselho e sua diretoria hoje.
JS: Se o CFP cassar seu registro, o que você fará?
Marisa: Não vou desistir da minha profissão por isso. Nem tudo que é legal é moral. O CFP não tem moral, pois nos colocou uma mordaça, e ninguém ousa discutir suas decisões. Somos obrigados a aceitar como verdade ainda que seja uma mentira.
São surfistas sociais, vão se adaptando à evolução da sociedade, independente se essa evolução seja ruim, pois perderam a referência do que é “bem”, e ou “mal” para o indivíduo, do que é família, da necessidade de regras, ética, moral, princípios. Eles apenas vão surfando. Com isso, vão aumentando as crises familiares, maldade humana, a legalização de aborto chegando, divórcio batendo recorde, camisinhas nas escolas, legalização de drogas,  e a psicologia se adaptando. Daqui a pouco, vamos ver sexo nas praças, e todo mundo aplaudindo porque a psicologia vai achar que é direito de expressar a sexualidade. Ou seja, assim está caminhando a humanidade.  
JS: O que motivou a denúncia contra você no CFP?
Marisa: O fato de falar de Deus em minhas redes sociais e ter pedido aos deputados que prestassem atenção no conteúdo do kit gay, que era uma aberração, um conteúdo extremamente descabido e sexualizado que de forma alguma extingui o preconceito, mas sim cria mais ainda. Eles não gostaram. Aí, quando souberam que era uma cristã falando, começaram a me perseguir, como psicóloga que se denomina cristã, depois no processo como homofóbica, porque eu disse em um Twitter que amo os gays, mas prefiro meu filho hetero. E até agora não sei onde ter uma opinião instiga violência. Agora, eu perder o meu direito de dizer que sou feliz sendo hetero, e de que prefiro meus filhos hetero?
Eles querem que a sociedade pense que eu persigo gays, ofereço tratamento para gays porque sou fundamentalista, preconceituosa, decidiram isso e pronto. Não ACEITO. A verdade é que eles são contraditórios. Estão tentando usar tudo para me qualificar como “homofóbica”. E em 15 anos de trabalho, nunca nenhum paciente meu denunciou que em meu consultório imponho convicções religiosas. O caso contra mim é de PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA, PRECONCEITO RELIGIOSO. O CFP achou que eu ia me calar, porque muitos endeusam a psicologia. Pois bem: Eu, MARISA LOBO, só tenho um Deus, e não sirvo a insanidade desses membros do conselho. Se me cassarem, vão cavar a sepultura moral.
JS: Há uma tendência cada vez maior da classe de psicologia de rotular a pedofilia como orientação sexual. Como você encara o papel disso na perversão social?
Marisa: É um crime, claro, que merece prisão perpétua em minha opinião. Escrevi até um livro, PSICOPATAS DA FÉ, que tem uma capitulo sobre pedofilia, e mostra que é doença, e quem é psicólogo sabe, se formos levar ao pé da letra, é uma perversão da libido original, uma orientação, condição e ou escolha. A pedofilia está associado a psicopatia sem dúvida. Os psicólogos canadenses dizem claramente que para eles é considerado uma orientação sexual. Se acreditarmos nisso, aí quero ver como sair dessa. O que quero dizer é que, quando aceita socialmente, deixa de ser doença? Se a lei disser que não é crime, nada poderei fazer? 
JS: Como você encara a homossexualidade: doença ou pecado?
Marisa: Como psicóloga respeito a OMS, que diz que não é doença e não podemos trata como tal, porém distúrbio de identidade social existe, é doença. O travestismo está no CID 10 inscrito como doença. Para a psicologia, que só aceita a medicina em partes quando lhe convém, é orientação apenas.
Se é pecado ou não, não poderei falar sobre isso, porque sou como psicóloga. Pecado é uma referência de cada religião. Temos que saber o que a religião diz sobre o assunto. Se responder sobre isso, serei cassada em prazo recorde.
JS: A ABGLT, que é a maior entidade gay do Brasil, está por trás de todos os grandes casos de perseguição aos cristãos no Brasil, inclusive contra mim e Silas Malafaia. Você tem algum conhecimento de que a ABGLT está também em conluio ou colaboração com o CFP para perseguir você?
Marisa: A ABGLT publicou uma nota parabenizando e defendendo o CFP pela atitude contra mim e pedindo inclusive ao ministério público que me investigue por oferecer cura aos homossexuais, mentindo descaradamente sobre isso, apenas lançando no mercado esquizofrênico uma mentira para torná-la verdade. Agora só falta provarem. Mas essa intimidade está clara. Parece que são parceiros de “cama”. Não preciso dizer mais nada.
JS: O que você sente pelos homossexuais?
Marisa: Compaixão, amor de verdade. Mas tenho pena e desprezo pela militância desleal, porque usam os homossexuais e suas angústias. Observem: sempre são os mesmo ativistas que aparecem, lucrando e perdendo tempo em nos perseguir. Eles poderiam estar fazendo trabalho voluntário nas ruas, tirando os homossexuais comuns da prostituição, por exemplo. Mas, em vez disso, incentivam, até como profissão. Isso é lutar pelo ser humano? Usam suas ONGs para perseguir qualquer um que se oponha à sua militância. Quem ousar falar qualquer coisa é taxado de homofóbico. Eles ridicularizam nossa fé, nossa Bíblia, e querem respeito. A militância gay não merece respeito. E se isso for homofobia, queridos, o mundo inteiro é homofóbico.
Mas, pessoalmente, meu médico de pele é homossexual. Só lavo meu cabelo com um homossexual. Tratei de um homossexual em minha casa com AIDS por 7 meses, onde ele viveu comigo e minha família. O fato de não aprovar este ou aquele comportamento não me torna inimigo. A questão aqui é inversa. A militância gay quer nos tornar inimigos. Eles precisam alimentar essa guerra. Afinal, como vão se sustentar?  
JS: Além do CFP, outras entidades ou indivíduos também ameaçam você por causa de suas posturas cristãs?
Marisa: Os ateus, principalmente. Eles fazem vídeos contra mim e postam, me xingando de tudo, principalmente de burra, e têm o CFP como aliado. Nessa demente perseguição, ateus famosos fazem vídeos e conseguem status tentando me humilhar. Recentemente, um ateu fez um desafio para outros ateus entrarem em minhas redes sociais e negativar todos os meus vídeos. Eles falam cada coisa desumana que se eu não acreditasse de fato em Deus tinha desistido de viver. Mas os ateus não sabem que cada comentário de ódio que vejo sinto é pena, não raiva. Meus mecanismos de defesa funcionam, todos, e minha fé me sustenta. Sinto-me desafiada a continuar. Eles querem promoção.
JS: O Cristianismo verdadeiro é “perder para ganhar”. Você tem medo de perder sua carreira de psicóloga por causa do seu testemunho cristão?
Marisa: O único medo que tenho é de Deus virar sua face de mim. Deus me deu a oportunidade de ser perseguida por amor a ele, e aceitei. Deus quer mudar algo, e aqui falo como pastora. Sou apenas um instrumento. Se for cassada, vou lutar em todas as instâncias. Meu medo maior é de Jesus me negar diante do Pai, e isso não acontecerá, porque não o estou negando perante os homens.
JS: Você tem colocado seu testemunho por Cristo acima de sua carreira. Por quê?
Marisa: Foi uma luta ter me formado, e tenho amor pela minha profissão. Minha área é dependência química. Quantas pessoas nestes 15 anos de carreira deixaram as drogas. Quantas pessoas deixaram de abortar. Quantas pessoas pude ajudar a melhorar sua saúde mental. Quantas me agradecem até hoje. Enfim, amo minha carreira.
A dor vai ser grande, mas não será maior do que a de Jesus, que morreu na cruz por mim. O preço será alto, mas não maior que o preço que Jesus pagou pela minha alma. A certeza que estou fazendo a coisa certa e cumprindo a sua vontade acalma minha alma.
Deus está acima da minha profissão e da minha carreira. NÃO NEGO MEU DEUS POR NADA. 

Não estão errados a meu respeito?





Por Luciano Betim


“... Evito fazer isso para que ninguém pense a meu respeito mais do que em mim vê ou de mim ouve. (2 Co 12.6)

“... Samuel viu Eliabe e pensou: "Com certeza este aqui é o que o Senhor quer ungir." (1 Sm 16.6)

Não está acontecendo à mesma coisa com relação a você? Como as pessoas o têm visto? O que pessoas andam comentando a teu respeito e acerca daquilo que você realiza? Qual a conclusão que se tem extraído do teu testemunho?

É importante analisarmos as reações e os comentários que andam fazendo a nosso respeito. Minha intenção não é que pessoas venham ficar se sentindo importantes além da conta diante dos resultados obtidos, nem mesmo se considerando inferior ao que realmente são. A necessidade é que mediante a reação das pessoas a nosso respeito, venhamos a analisar com sinceridade, equilíbrio e coerência se realmente é a nosso respeito que tudo isto implica.

Muitas palavras pronunciadas, muitos elogios atribuídos, muita gente empolgada, mas o que realmente é realidade e verdade e o que é puro engano?

Será que sou tudo isto mesmo que as pessoas consideram? Ao olhar para dentro de mim consigo enxergar esta mesma pessoa, detentor de tamanha fama e possuidor de tão notável reconhecimento?

Tem muita gente empolgada de maneira precipitada, digo isto com referência a ambas as partes. Há muito elogiador equivocado e muitos elogiados inchados porque acabaram acreditando e concordando com o juízo aplicado. O problema de tudo isto, é que as falhas acabam sendo minimizadas, senão dissipadas equivocadamente provocando um resultado nada interessante para quem quer que seja.

Será que não está na hora de agirmos com mais sinceridade conosco? Antes de abraçarmos os elogios, não é melhor de maneira racional e com o devido temor de Deus realizar nossa avaliação (auto-avaliação) e nos colocarmos no nosso devido lugar?

Em tempos que os anéis, as placas, os títulos, os louvores estão sendo tão ostentados e valorizados, não seria melhor dar relevância ao que realmente importa, Portanto, eu me gloriarei ainda mais alegremente em minhas fraquezas, para que o poder de Cristo repouse em mim. (2 Co 12.9) 

Se realmente existe algo que deva ser enaltecido e que eu deva me vangloriar, é no fato de que “... Dele, por ele e para ele são todas as coisas. A ele seja a glória para sempre! Amém. (Rm 11.36)